O que propomos fazer?

Componente 1 - Constituição das equipas do projeto

  • Constituição da equipa operacional:
  • Coordenador do projeto (15%), técnico pivot (100%), coordenadoras pedagógicas de formação da ANIP.

  • Pessoal de suporte (administrativo);
  • Serviços externos transversais (contabilista e jurista);
  • Constituição da comissão científica – envolvimento de várias universidades ligadas à IPI;
  • Constituição do conselho de parceiros;
  • Consultores internacionais (Eurlyaid e ISEI);
  • Sessão de lançamento do projeto junto da comunicação social, com a presença dos parceiros (PeR e UA), o representante do Grupo de Trabalho Guia de Práticas Recomendadas em IPI e um representante da FCG, aberta à sociedade civil.

Componente 2 - Conceção da formação / sensibilização

  • Conceção dos seminários de sensibilização/lançamento do Guia de Práticas Recomendadas em IPI:
  • Temas a abordar: os valores da IPI, direitos, prevenção do risco, questões ligadas à inclusão e defesa dos direitos humanos, tolerância e compreensão intercultural; breve abordagem ao Guia de Práticas Recomendadas em IPI.
  • Metodologia: suscitar o debate sobre princípios-chave na IPI e infância (cf. temas a abordar), através da exposição de oradores especialistas nos vários temas (incluindo-se aqui uma família voluntária dos Pais em Rede), seguida de debate com o auditório. A dinâmica do seminário divide-se em três momentos: a fase de exposição, a de discussão e a de conclusão. Procurará envolver todos os níveis do sistema (ELI, NST, Subcomissões e Comissão Nacional do SNIPI) e serviços da comunidade (autarquias, centros de saúde, hospitais, escolas, ONG). Os seminários serão planificados de acordo com as especificidades de cada região.

  • Conceção da formação (dossiers técnicos pedagógicos da formação):
  • Conteúdos programáticos: serão abordados mais aprofundadamente os conteúdos do Guia de Práticas Recomendadas em IPI, nomeadamente os conceitos de envolvimento, independência, interações sociais e satisfação das famílias, rede de suporte da família, protocolo da Entrevista Baseada nas Rotinas, modelo de equipa Transdisciplinar, tipos de suporte de Visita Domiciliária, o papel de mediador de caso nos contextos de infância (creche, Jardim de infância, ama). O objetivo da formação é providenciar conhecimentos práticos essenciais para o trabalho com as crianças e famílias no âmbito de uma intervenção precoce nos contextos naturais/rotinas das famílias. Pretende-se dotar as ELI com ferramentas específicas para a intervenção e destina-se à base do sistema, ELI, envolvendo também os NST.
  • Metodologia: carácter teórico/prático, onde se pretende criar um espaço de reflexão e formação participada, que privilegie a partilha de experiências, o trabalho em equipa, refletir sobre e repensar formas de atuação, dinâmica de grupos, exposição dialogada, visionamento de vídeos, diapositivos e fotos, demonstração, trabalhos de grupo e prática simulada. As formações serão planificadas de acordo com as necessidades de cada região.

Componente 3 - Formação / Sensibilização

  • Formação
    Curso de formação 3 dias (21h com follow-up + 4 horas de formação não presencial/consultoria aos formandos) – 375h de formação de nível funcional
  • Sensibilização/lançamento do Guia de Práticas Recomendadas em IPI
    5 Seminários (7h cada) (Norte, Centro, LVT, Alentejo e Algarve) – 35h

Componente 4 - Criação e disseminação de um Guia de Práticas Recomendadas em IPI

  • Criação de um Guia de Práticas Recomendadas em IPI desenvolvido pela equipa operacional com a colaboração da comissão científica, consultores internacionais e Grupo de Trabalho Guia de Práticas Recomendadas em IPI (1 representante da Comissão de Coordenação do SNIPI, 1 representante de cada Subcomissão Regional do SNIPI, 1 representante do Gabinete de Apoio Técnico ao SNIPI e 1 representante da ANIP). Esta componente decorrerá em paralelo com a componente 2 e 3.
  • Divulgação e disseminação do Guia de Práticas Recomendadas em IPI (350 exemplares impressos, sessões de lançamento da publicação (seminários regionais), divulgação digital nos sites) – sessão de encerramento do projeto com destaque para a apresentação do Guia de Boas Práticas em IPI à sociedade civil e de uma forma mais mediática, com a participação dos Consultores Internacionais (no âmbito do Congresso Nacional de IP de 2016).

Componente 5 - Criação de instrumentos para a monitorização no âmbito supervisão técnica nas ELI a constar no Guia de Práticas Recomendadas em IPI

  • No Guia de Práticas Recomendadas em IPI está previsto um capítulo dedicado à Supervisão em IPI, estando prevista a criação de instrumentos que se constituirão como as ferramentas que darão corpo a este capítulo.
  • Participação mais ativa da representante do parceiro UA, dada a vasta experiência e know-how relacionado com a supervisão em IPI.

Componente 6 - Avaliação do projeto

  • Acompanhamento do projeto realizando ações de supervisão, acompanhamento e avaliação, através de reuniões periódicas com a participação da comissão científica, consultores internacionais e conselho de parceiros.
  • Avaliação das parcerias estabelecidas através da utilização de questionários.
  • Avaliação da eficácia e eficiência do projeto através de uma entidade externa.